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quarta-feira, 6 de junho de 2018

cuidados gerais

Nessa semana houveram pequenos passos no refinamento alimentar. Tem vários itens para eu trabalhar e aumentar a atenção. Tudo que eu for respondo na despensa vai ter uma atenção maior. Mas ainda vou consumir o que ainda tem.
O chá de maracujá não funcionou, vou tentar a tintura de valeriana. Obrigado pelas orientações.

Não falamos sobre intoxicação ambiental doméstica, queria saber se tem alguma indicação para substituir o sabão líquido de lavar roupa, é se há contraindicação ao talco Granado na axila.

[22:43, 5/6/2018] Daniele Silva Faria: 

essa é a ideia, consome o que tem em casa e amplia a consciência sobre produtos futuros que vier a adquirir.

Se um dia voltar a querer usar o chá das folhas de maracujá, a gente garante a eficácia da planta in natura, uma média de 6 folhas por xícara. 
Sachês a gente não tem visto surtir o efeito desejado. 

Lembro ainda que priorizamos o uso de alimentos e plantas medicinais mais próximos do nosso meio, isso diminui os riscos de contaminação pelo transporte ou estocagem.

Assim reforço a ideia de que temos as alternativas brasileiras tintura mãe de passiflora e tintura mãe de avena sativa, caso algum dia queira provar outro calmante que não seja a raiz européia: Valeriana.

Fotografa os ingredientes do talco granado e envia aqui no grupo aí podemos emitir algum parecer.

Receita de sabão multiuso que pode ser feita no liquidificador:

- 1 litro de óleo de Coco 
- 177 g soda cáustica (hidróxido de sódio)
- 413 g água 
- óleos essenciais se desejar.

▶ Usar luvas, óculos e manga comprida.

1. Em recipiente de PLÁSTICO OU VIDRO nunca metal

2. Colocar a ÁGUA no recipiente. 

Despejar a soda COM CUIDADO
 (sempre soda na água, do contrário reage e pode saltar). 

Mexer com madeira ou plástico.

3. Bem dissolvida a soda, acrescentar o óleo e bater com mixer ou liquidificador, com cuidado e sem parar, até que tome consistência de maionese.

Derramar em molde, esperar endurecer, retirar do molde e cortar.

Deixar descansar em ambiente seco e ventilado por no mínimo 7 dias antes de usar.


Água sanitária é útil contra fungos, nas paredes e ambientes. Para outras limpezas, um desinfetante caseiro preparado com vinagre/limão e bicarbonato, ou simplesmente água e sabão são suficientes para limpar tudo.


Desinfetante natural:

1 copo de vinagre
1 colher (sopa) de bicarbonato de sódio 
1-1,5 litro de água 

Misturar e deixar aberto até que termine de espumar. Adicionar 15-20 gotas de óleo essencial para aromatizar (citronela, eucalipto, lavanda, cidreira, etc.).


Para higiene pessoal:

😁 Dentes: nosso protocolo recomenda somente uma boa escovação com água,  ou então com o gel da babosa (faz até espuma e auxilia a manter as gengivas saudáveis) . Outras opções encontradas em lojas de produtos naturais são raspa de juá, pasta de dentes a base de argila (conferir sempre os ingredientes), se usa também pó de folhas fe goiaba ou de sálvia. Porém estas últimas opções são abrasivas e.se.usadas diariamente tendem a gastar o esmalte, enfraquecendo os dentes e deixando mais propícios a manchas.


Sabão/sabonete corporal: desnecessário,  retira a oleosidade natural da pele, causando ressecamento. Se quiser usar ocasionalmente,  usar sabões naturais.


Xampu: pode-se usar o gel da babosa, ou o mesmo sabão natural caseiro multiuso.

Condicionador: usamos vinagre diluído em água. Costumo preparar em um potinho metade vinagre de maçã,  metade água com 1-2 gotinhas de óleo essencial. Verificar sempre os ingredientes do vinagre, para evitar corantes e conservantes. 

Outra opção é uma gotinha (não mais do que isto) de óleo de coco.


☀ hidratante e protetor solar: usamos gel de Aloe vera.

Lembrando que os cuidados com o uso da babosa:

luizmeira.com/aloe.htm

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Sorbato de Potássio

O sorbato de potássio é um sal derivado do ácido sórbico, uma substância encontrada naturalmente em frutas como laranja, tangerina, limão, caju e maracujá. O produto é sintetizado por meio de processos como reação, descoloração e secagem.

A substância é utilizada pela indústria de alimentos como um conservante em produtos como pastéis, pizzas pré-assadas, molhos de tomate, pizzas congeladas, margarinas, queijos para espalhar, recheios, iogurtes, vinhos, produtos de panificação, vegetais enlatados, entre outros.

O sorbato de potássio é adotado por possuir ação antifúngica e antibacteriana. Ele possui caráter ácido e tem ação inibidora em relação a leveduras, bolores, algumas bactérias e uma parcela significativa de microrganismos patogênicos encontrados nos alimentos.

Ainda que seja considerado um conservante não tóxico, pesquisas já indicaram que ele podem sim apresentar efeitos tóxicos. O seu uso prolongado, principalmente se for em grandes doses, pode causar reações alérgicas com sintomas como coceira na boca, na garganta, nos olhos e na pele, congestão nasal, dor abdominal e nariz escorrendo. Obviamente, quem já sofre com hipersensibilidade à substância, deve manter-se longe de produtos que a tragam em sua composição.

Leia mais http://www.mundoboaforma.com.br/sorbato-de-potassio-faz-mal-para-que-serve/

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Sabão de Coco Pirambu

-sem alvejante ótico (radioativo)


O único ingrediente questionável é a fragrância,
com menor possibilidade de ser tóxica


                                                       COMPOSIÇÃO:
ÓLEO DE COCO,
HIDRÓXIDO DE SÓDIO,
CARBONATO DE SÓDIO.
CLORETO DE SÓDIO

                                                        FRAGRÂNCIA



domingo, 6 de dezembro de 2015

Até Setembro com Paration


Até setembro de 2016 ainda teremos o uso formal, provavelmente cairá para o grupo dos informais após esta data.
Em meio a tantas nuances, melhor optar por orgânicos.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o banimento do ingrediente ativo de agrotóxico Parationa Metílica, em reunião ordinária pública ROP 25/2015 da Diretoria Colegiada da Agência, nesta quinta (3/12). A decisão baseia-se em resultados da consulta pública à qual o tema foi submetido, às evidências científicas que demonstram a extrema toxicidade deste ingrediente ativo e de parecer da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), que elaborou nota técnica para subsidiar a proposição de regulamento técnico para a substância.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Tylenol


08/12/2005 - 21h36
Médico explica os riscos do paracetamol e diz que não sabe por que remédio continua no mercado 

Pesquisa divulgada pela revista científica New Scientist alerta sobre os riscos que o paracetamol traz para a saúde depois que foi divulgado que o analgésico se tornou a principal causa de insuficiência hepática nos Estados Unidos. O estudo mostra que a proporção de problemas no fígado causados pelo medicamento chegou a 51% do total em 2003. Em 1998, esta proporção era de 28%.

Os cientistas americanos responsáveis pelo estudo chegaram à conclusão de que 20 comprimidos de paracetamol por dia são suficientes para causar insuficiência hepática e levar à morte - a dose máxima recomendada é de oito.

Em entrevista, o toxicologista Anthony Wong, do Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas, deu uma aula sobre o que se deve e o que não se deve fazer no uso do paracetamol, admitiu não saber por que o remédio ainda continua no mercado e explicou que a dosagem perigosa varia de pessoa para pessoa.

"A quantidade de comprimidos é altamente variável. Só aqui no Brasil tem comprimido de 750mg. Na Inglaterra só tem de 500mg e de 360mg. Nos Estados Unidos existem comprimidos de até 1g, mas isso ainda é muito restrito. Nos Estados Unidos, inclusive, já há restrições, com advertência de caixa preta, para que as pessoas não tomem paracetamol com bebida alcoólica. Se tomar mais de 3 doses de bebida alcoólica não pode tomar paracetamol."

Ainda sobre a dosagem, lembrou: "20 comprimidos é uma dose média, mas há pessoas que já tiveram falência hepática tomando 8 comprimidos de 500mg, que dá 4g. É importante salientar que a máxima diária são 4g de paracetamol, desde que não tenha álcool, problema hepático ou o paciente não esteja tomando um outro remédio."

Nada de paracetamol na ressaca
Ele contou que a velha prática de tomar um comprimido com paracetamol em dias de ressaca para combater a dor de cabeça deve ser completamente abolida da vida das pessoas. "É uma boa advertência para essa época de natal e ano novo. Não se pode tomar um porre e depois tomar paracetamol, pois pode causar lesão hepática fulminante mesmo em doses menores do que 20 comprimidos. Também não pode tomar aspirina, porque ela aumenta o sangramento gástrico."

Para Anthony Wong, a pesquisa vem numa boa hora. "É importante e muito bem-vindo o alerta, porque os americanos e principalmente os brasileiros tomam remédios como se fossem 'M&Ms'. Não pode." Ele contou que nos Estados Unidos, além da morte causada por falência hepática, o paracetamol é a principal causa de morte por intoxicação de todos os remédios que existem no país."

"Então por quer ainda está no mercado?", perguntou a jornalista. "Nos Estados Unidos tem um forte trabalho de marketing em cima do FDA. Já na Europa há muitas restrições. Na Inglaterra, por exemplo, só se pode comprar uma caixa por mês."

Segundo o médico, febre muito alta, jejum prolongado ou vômito prolongado em crianças ou adultos são muito perigosos. "Isso esfolia a pessoa de radicais que são necessários para neutralizar o paracetamol."

O efeito no fígado
Segundo o médico, o efeito do paracetamol no fígado é tardio. "Depois de 12 horas a pessoa começa a sentir náuseas. Depois de 24 horas começa a ter dor de cabeça muito forte por causa da lesão do fígado. E aí não adianta dar nada, porque o antídoto só funciona, na melhor das hipóteses, antes de 24 horas. Depois disso é muito tarde."

Ele contou que há 3 anos saiu na Pediatrics um estudo alertando para esse efeito, dizendo que uma criança que tomou paracetamol e está vomitando poderia estar com overdose de paracetamol. "E tanto é verdade que muitos centros já aplicam um antídoto quando uma criança que tomou paracetamol é atendida e a mãe não sabe dizer qual foi a dose. Depois fazem a dosagem. Se for baixa, suspendem o antídoto."

O paracetamol e a febre
Anthony Wong lembrou que vários antigripais contêm paracetamol. Lillian pediu para o médico citar alguns nomes-fantasia para que as pessoas pudessem saber de que remédio estão falando. Citou como alguns exemplos Tylenol, Naldecon, Cheracap, Cedrin e Dimetap. "Quase todos os antigripais têm paracetamol e muito facilmente causam overdose."

O especialista explicou que não se deve nunca começar um tratamento de gripe com aspirina. "Motivo: existe uma doença chamada Síndrome de Reye, que causa a destruição fulminante do fígado se a pessoa tomar aspirina e tiver propensão genética de destruição maciça no fígado." Ele contou que essa advertência sobre o uso da aspirina foi feita no fim da década de 70, começo da década de 80.

"Quando saiu essa advertência, a incidência de Reye nos Estados Unidos era mais ou menos de mil casos por ano. Praticamente 95% das pessoas morriam. No Brasil não era muito menor. Depois da advertência, o número de casos caiu para 25 ao ano. Isso demonstra que existe uma associação causal com uso da aspirina."

Alternativas
O médico deu algumas alternativas ao paracetamol. "Tenho uma certa preferência pela dipirona (novalgina), mas o ibuprofeno (advil para adulto e alivium para criança), que está entrando agora no mercado, é bastante seguro." Wong lembrou que nem a aspirina nem o paracetamol podem ser ingeridos em casos de dengue. O primeiro porque causa sangramento e o segundo porque ataca o fígado.

Sobre reação anafilática, Wong explicou que independe do medicamento. "Pode acontecer com qualquer remédio, desde dipirona, pinicilina (o mais comum de causar alergia), ácido acetilsalicílico, até picada de abelha. A dica é: evite ao máximo tomar remédio. Se precisar, tome com cautela, com cuidado, mesmo que seja a 1/10 de vez que estiver tomando aquele remédio."

O paracetamol e a estatina
A jornalista Lillian Witte Fibe perguntou a ele se é perigoso misturar o paracetamol com a estatina, que é usada para o controle do colesterol. "Ainda não foi demonstrada uma associação entre os dois. Parece que atuam em lugares diferentes dentro da célula hepática. Sabemos que alguns antibióticos, como a rifampicina, usada para tuberculose, e também alguns antibióticos da linha do cipro podem se associar ao paracetamol e provocar uma lesão de fígado."

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

NEUROtoxicidade!

Causa da epidemia de demência que estamos vivenciando em todas as faixas etárias em todos os estratos sócio-econômicos.
NEUROtoxicidade!
Aos que "esqueceram", relembro que todos os ambientes web contam com tradutores instantâneos.


USDA Claims Pesticide Residues in Food Is Safe—Here’s Why They’re Wrong

sábado, 13 de dezembro de 2014

Impactos dos Agrotóxicos na Saúde


Trabalho substancial mostrando detalhes da intensa exposição que estamos submetidos.

Deixo alguns gráficos que sintetizam o conteúdo: